sexta-feira, 30 de julho de 2010

MUSICOTERAPIA - A MUSICA QUE AJUDA A CURAR

Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um(a) musicoterapeuta qualificado(a em um processo destinado a facilitar e promover comunicação,relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.No autismo, música pode ajudar a estimular os autistas a participarem de atividades básicas do dia-a-dia, como escovar os dentes e tomar banho. Apesar de haver poucos estudos sobre a eficácia da musicoterapia no tratamento da doença, a música vem se tornando parte essencial de muitos programas voltados para crianças com autismo o que melhora muito a qualidade
de vida de pacientes com este diagnóstico. Os métodos da musicoterapia são muito variados e pode ser receptivo que é quando o médico musicoterapeuta toca músicas para o paciente escutar. Esse tipo é somente usado quando o paciente possui problemas motores ou apenas com objetivos totalmente específicos em apenas algumas partes do tratamento. Fora isso o tratamento é muito ativo, pois o paciente é quem canta, dança e toca instrumentos musicais para seu terapeuta. Para que se possa realizar o tratamento não é necessário entender de musica e cada terapeuta possui um método diferenciado de trabalhar. Já o terapeuta precisa conhecer os instrumentos musicais e toca-los e os mais utilizados são o piano e o violão e alguns de percussão. O musicoterapeuta precisa ser formado e ter feitos cursos de aperfeiçoamento na área saúde. Ele precisa também ter feito uma profissionalização em psicologia ou medicina.
Instituições onde oferece musicoterapia para autistas:

FADA - FUNDAÇÃO DE APOIO E DESENVOLVIMENTO PARA AUTISTAS
Av. Mercedes de Andrade Martins, 777 - Gramado - Cotia - SP
Tel/Fax. (11) 4612-2550 ou 4702-8927 site http://www.fada.org.br/

CPA - CENTRO PRÓ AUTISTA
Rua Juréia, 1024 - Saúde - São Paulo -SP
Tel/Fax (011) 5595 8553 site http://www.centroproautista.org.br

FUNDAÇÃO PESTALOZZI
Av. Morvan Dias de Figueiredo, 2801 - Vila Guilherme - São Paulo-SP
Tels: (11) 2905-3045 / (11) 2905-3047 site http://www.pestalozzisp.org.br

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Nem sempre querer é poder, porque às vezes a gente quer, mas ainda não pode. Ainda não consegue realizar.
Não faz mal: a vontade que é legítima, alinhada com a alma, caminha conosco, paciente, fresca, bondosa, até que a gente possa. Às vezes, isso parece muito longe, mas é só o tempo do cultivo. As flores, como algumas vontades, também desabrocham somente quando conseguem. Minha Isa cada vez mais Bella está crescendo e desabrochando no tempo dela com suas conquistas que nos faz cada dia mais felizes. Cada nova palavra, cada novo sorriso , nos premiam todos os dias. Deus é bom demais e nos trazem sempre meios de nos tornarmos seres humanos melhores e mais felizes, e no meu caso, veio em forma de Isabella minha flor minha princesa, e meu lindo Raphael. Meus amores!
(Na foto ao lado a Isa aguardando seu cavalo para a sessão de Equoterapia)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Eles não vêm somente para aprender, mas também pra ensinar



20 coisas que aprendi com meu filho com deficiência:

1. Aprendi que não sou dona do tempo. Nada vem exatamente quando eu espero, mas isso inclui as boas surpresas também.
2. Aprendi a respeitar ainda mais todo tipo de diversidade. E que todos independente de raça, condição social, crença ou orientação sexual merecem ser respeitados. O que todo mundo quer, na vida, é ser feliz e ser aceito.
3. Aprendi a ler linguagem corporal. Já sei muita coisa sobre o meu filho só de olhar pra ele. E isso serve para os filhos das amigas também!
4. Aprendi que, aquilo que a gente fala quando está grávida (o importante é ter saúde), é realmente muito importante. Pouco importa se é menino ou menina, se tem olhos verdes ou castanhos.
5. Mas se, por um acaso, a criança não vier com 100% de saúde – seja lá o que isso significa –, você vai aprender a se virar também.
6. Aprendi que vale a pena perder um tempo observando o vento balançar a árvore, as folhas que vão caindo, a chuva batendo na janela.
7. Aprendi que ninguém conhece meu filho tão bem quanto eu. E que, quem sabe o que é o melhor pra ele, sou eu. E, justamente por isso, aprendi a confiar mais nos meus instintos com relação a ele.
8. Aprendi que o controle das coisas não está totalmente nas minhas mãos. E que o futuro pode ser menos assustador se pararmos de pensar nele 100% do tempo.
9. Aprendi que é importante valorizar cada passo de formiga que meu filho dá. E que muitas mães – principalmente as mães de crianças “normais”- não sabem valorizar coisas simples como um “por que?” e reclamam das coisas mais absurdas. Não entendem que, pra algumas crianças, fazer algumas coisas triviais assim é o equivalente a um milagre.
10. Com isso, aprendi a valorizar cada olhar, cada abraço, cada carinho, cada nova palavrinha que pode demorar 1 mês pra sair…e mais 4 meses pra ser repetida.
11. Aprendi que nem tudo que acontece é resultado das nossas escolhas ou desejos. Mas que podemos, muitas vezes, escolher como reagir a esses acontecimentos.
12. Aprendi que é importante estar bem para cuidar de quem está comigo.
13. Aprendi que cada pessoa sofre de um jeito. Umas começam a fumar, outras vão malhar, outras vão comer, mas todas sofrem.
14. Aprendi que não existe família perfeita e que todo mundo tem problemas. E o meu não é maior que o seu. Só é diferente.
15. Aprendi que várias pessoas que reagem de forma inapropriada perto de uma criança com necessidades especiais são, simplesmente, desinformadas. Outras, infelizmente, são cruéis mesmo.
16. Aprendi a não julgar ninguém pelas aparências. Principalmente aquela criança que parece agitada demais, grita, ou é inconveniente.
17. Aprendi que os profissionais que vão fazer meu filho progredir mais são aqueles que, verdadeiramente, amam o que fazem. E que amam o meu filho também.
18. Aprendi que, mais triste que descobrir que o filho é autista, deve ser descobrir que o filho não respeita ou ataca pessoas com deficiências, homossexuais, negros, ou qualquer outra minoria.
19. Aprendi que pedir ajuda não significa que você é incapaz. Significa que é humano.
20. Aprendi que o sorriso é uma linguagem universal. E que o amor não precisa de voz.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

AUTISMO ESPERANÇA PELA NUTRIÇÃO
Histórias de vida, lutas, conquistas e muitos ensinamentos.

Este livro narra a história de vida e as conquistas de uma mãe que encontrou na Nutrição o caminho para melhorar a qualidade de vida e a saúde de seu filho.
Claudia Marcelino é mãe de Mauricio, hoje com 18 anos de idade. Os primeiros cinco anos de vida foram iguais aos de qualquer criança dessa mesma idade. Foi a partir do quinto ano que o autismo começou a se manifestar e após consultar diversos profissionais e especialistas Mauricio foi diagnosticado autista. A partir de então iniciaram os tratamentos recomendados. Claudia, a mãe, mergulhou fundo no conhecimento do Autismo e encontrou na Nutrição e em preparações alimentares um caminho para melhorar ou alterar de forma positiva a qualidade de vida, o comportamento e a saúde de seu filho.
O trabalho de Claudia é referencia e case, em Faculdades e Escolas de Nutrição, e em Pós Graduação em Nutrição Funcional.
O livro inclui receitas desenvolvidas, criadas, coletadas, produzidas e testadas com resultados surpreendentes. Inclui ainda ensinamentos sobre os alimentos, suas adequações e qualidades nutritivas.

INCLUI RECEITAS DE ALIMENTOS COMPATÍVEIS COM AUTISTAS, CELÍACOS, ALÉRGICOS, INTOLERANTES E ADEPTOS A UMA DIETA SEM GLÚTEN E SEM LEITE.

Sobre a autora

Claudia criou um blog (http://dietasgsc.blogspot.com) em que disponibiliza receitas, informações e é um elo de ligação entre mães e familiares de pessoas com características especiais, em todo o Brasil e Portugal. O trabalho de Claudia é referência e case em Faculdades e Escolas de Nutrição e em Pós Graduação em Nutrição Funcional. Claudia Marcelino é moderadora dos grupos Autismo Esperança, Autismo Tratamento, Diário de um Autista, Autismo é Tratável e é, com muito orgulho, mãe de Mauricio de 18 anos.







Tratamento de infertilidade pode causar autismo

Um estudo apresentado na Reunião Internacional de Pesquisas sobre o Autismo na Filadélfia, Estados Unidos, conduzido por um grupo da Escola de Saúde Pública de Harvard, mostrou que o autismo é duas vezes mais comum em crianças cujas mães foram tratadas com remédios que induzem a ovulação do que em mães que não sofrem de infertilidade. Além disso, os estudos mostraram que, quanto mais tempo a mulher fica exposta o tratamento para infertilidade, maiores as chances de que seu filho tenha autismo leia mais http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=7&idnot=24095

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O PRECONCEITO "AMIGÁVEL"

Sem dúvida quando a família descobre ter um filho autista, muitas coisas vem em mente. A primeira é o que fazer, como cuidar como será quando for adulto. Mas uma questão também martela a vida dos pais: Meu filho autista será aceito? Realmente hoje se fala muito mais das diferenças e se preza muito mais o respeito a isso. São abordados temas em novelas, filmes, na escola se fala em inclusão. Mas a verdade é: o preconceito existe ou não. No meu caso tive muita sorte, apesar de sentir uma grande diferença em diversas situações, uma espécie de preconceito amigável
O autista choca a sociedade em que vive, pois balança seu corpo, fala muito alto, não percebe que o outro está a sua frente e o atropela; enfim, não tem o “traquejo social” esperado para indivíduos de sua idade. Isso gera rejeição, e em vez de melhorar, o autista “se fecha” ainda mais.
A Isabella é cercada de muito carinho da família o que ajudou muito em sua proximidade, mas notamos que convites deixam de ser feitos, em viagens não somos cogitados, festas normalmente vamos nas noturnas onde certamente imaginam que não levarei as crianças, esse distanciamento deixam nós pais de certa forma magoados. Autismo não é doença e sim um transtorno, não é contagioso,porém as pessoas chegam e passam a mão na cabeça e fala "Que gracinha!" "Que linda", brincam e viram as costas, tipo " Adoramos vc mas vc ai eu eu aqui". É o preconceito sutil e delicado que precisamos aprender a conviver e aceitar.
Ser conciente com o diferente não é somente aceitar. E também não excluir!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Tratamento gratuito a todos os autistas de SP

Ação ganha por famílias de autistas no Estado de São Paulo

Como o Estado de São Paulo há um registro da existência de dezenas de milhares de autistas e somente cerce de cem deles se habilitaram nos autos da ação civil pública, em tramite perante a 6ª Vara da Fazenda Pública da capital, para fins de conhecimento e divulgação, divulgo a todos os familiares dos autistas para que, mediante atestado médico comprobatório de enfermidade, diretamente, encaminhem para o protocolo requerimento escrito endereçado ao Secretário Estadual da Saúde (endereço: Avenida Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 188 CEP:05403-000, ou gabinete do Secretario Estadual da Saúde Tel: 3066-8656 e 3085-4315/Fax) uma vez que transitou em julgado a sentença que condenou o Estado de São Paulo a arcar com os custos integrais do tratamento (internação especializada) de todos os autistas do Estado, com o objetivo de ampliar o número de pessoas atendidas. Se quiserem o modelo da carta so me escrever no email bethsmoreno@hotmail.com , Bjs!