Autismo, uma missão de amor Conheça um pouco a história de Isabella.
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Em Abril, o Brasil veste azul
É gratificante ver como as coisas estão mudando em relação ao Autismo no Brasil. Muitos passos ainda precisam ser dados, afinal conscientizar ainda é o primeiro. Hoje, apesar de muitos não saberem ao certo o que é, já sabem que existem milhares de crianças no Brasil diagnosticadas. - Ausência de busca de consolo em momentos de aflição.
- Ausência de capacidade de imitação.
- Ausência de relação social.

- Ausência de atividade imaginativa, como brincar de ser adulto.
- Marcada anomalia na emissão da linguagem com afetação.
- Anomalia na forma e conteúdo da linguagem.
- Movimentos corporais estereotipados.
- Preocupação persistente por parte de objetos.
- Intensa aflição em aspectos insignificantes do ambiente.
- Insistência irracional em seguir rotinas com todos seus detalhes.
- Limitação marcada de interesses, com concentração em um interesse particular.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Equoterapia: a cura a galope
Com auxílio de cavalos, profissionais da saúde tratam pacientes das mais variadas patologias no Recife
Publicado em 12/02/2012, às 09h30 Fonte http://jconline.ne10.uol.com.br
Eduardo Donida
Medicina e modernidade sempre andaram de mãos dadas na história da evolução do homem. Mas quem diria que, em pleno século 21, seria um dos relacionamentos mais antigos, o entre homens e cavalos, que surgiria como canal de acesso a curas. Tal paradoxo se tornou possível através da equoterapia, método terapêutico que utiliza o cavalo como instrumento de reabilitação e desenvolvimento para pessoas com deficiências.
Introduzida no Brasil desde a década de 1970 e legitimada em 1989, com a criação da Associação Nacional de Equoterapia (ANDA - Brasil), a prática faz parte do que se pode chamar de Terapias Assistidas por Animais (TAA), ou zooterapia, e já tem seus adeptos no Recife. Uma delas é a doutora Ana Paula Nóbrega, diretora do Centro Elohim de Equoterapia, localizado no Parque de Exposições, no Cordeiro, e que atende a aproximadamente 42 praticantes das mais variadas idades.
“Para iniciar o tratamento, é recomendado que a criança tenha a partir de dois anos, mas não existe idade máxima. E os benefícios podem ser vistos logo na questão física: a andadura do cavalo é muito semelhante à marcha humana, sendo assim um instrumento cinesioterapêutico, o que serve como um estímulo para quem monta, trabalhando questões como o equilíbrio, a coordenação, a independência. Mas, mais além do que estimular a parte motora, a equoterapia trabalha o lado relacional dos praticantes”, contou a diretora.
De fato, o trabalho realizado com o auxílio dos animais abrange as mais variadas necessidades. É o caso das neuropatias (epilepsia, poliomielite, AVC, Doença de Parkinson), problemas cardiovasculares ou respiratórios, síndrome de Down, distúrbios comportamentais, sensoriais, emocionais (insônia, ansiedade, stress), dislexia, sequelas de queimaduras e até mesmo deficiências ortopédicas, como problemas de postura, artrite reumatoide, artrose, má formação da coluna.
No caso de pessoas mais idosas, por exemplo, a equoterapia pode atuar impulsionando a autoconfiança, reduzindo o perigo e a ocorrência de quedas e a depressão. Prova disso é Enedina Paes, de 75 anos, que iniciou o tratamento para amenizar sequelas de um AVC.
“Dona Enedina perdeu a capacidade de vocalizar, só se comunica com os olhos e com gestos. O que observamos é o que a família nos traz, a alegria que ela sente desde antes de sair de casa e, principalmente, durante a sessão. Seu semblante muda. Além de ela vir apresentando melhora no controle do tronco, equilíbrio postural e maior mobilidade dos membros do lado esquerdo do corpo, que foi afetado”, comentou Ana Paula.
O tratamento não é exaustivo. As sessões acontecem apenas uma vez por semana e duram cerca de 40 minutos. No caso do Centro Elohim, os trabalhos são realizados de segunda à quinta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Além disso, são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta por fisioterapeuta, psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, educador físico e pelo equitador. Todos com formação em equoterapia.
“Não é mesmo uma metodologia tradicional, mas é complementar, não dispensando as outras terapias. Prefiro dizer que são intervenções assistidas com animais, e não por eles. Porque o cavalo age como um coterapeuta”, comentou Ana Paula. “Muitos pensam que se tratam de ‘tias’ colocando os meninos para brincar com os animais, como em um carrossel. Mas há todo um estudo por trás de cada ato, há uma ciência, e o trabalho vem mostrando resultados. Já tivemos casos, por exemplo, de praticantes que obtiveram marcha independente depois do tratamento quando não tinham prognóstico médico pra isso”, concluiu, referindo-se a pacientes que passaram a andar sozinhos após a equoterapia.
quinta-feira, 1 de março de 2012
ESPERANÇA!
| ||||
|
domingo, 8 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Amar lança campanha para divulgar autismo
Você sabia que Rio Grande é a primeira cidade no Estado a ter uma escola pública dedicada ao ensino de alunos autistas? Se não sabia, não sinta-se desinformado, você não é o único. Muitos no Município ainda desconhecem até sobre o que se trata esse transtorno. Essa falta de informação e também a necessidade de centralizar o tratamento das pessoas que precisam dele em um só local motivou a Associação de Pais e Amigos dos Autistas do Rio Grande (Amar) a realizar uma campanha no Município.
O presidente da associação, Nei Carlos Antonio Rodrigues, é pai de uma aluna da escola, e busca para o Município a construção de um Centro de Tratamento Multidisciplinar, para atender portadores do autismo e transtornos relacionados, de uma forma completa e direcionada.
A ideia é centralizar em um só local o atendimento com neurologista, psiquiatra, psicólogo, dentista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, assistente social, entre outros. Conforme Rodrigues, o objetivo é de que se tenha um centro nos mesmo moldes do “Centro de Reabilitação Neurológico de Pelotas” (Cerenepe), que atende pessoas portadoras de necessidades especiais.
“Quem tem um filho autista sabe a dificuldade que é levá-lo para realizar um atendimento em postos de saúde ou consultório. Qualquer atividade que saia fora da rotina deles causa uma reação. Eles não têm paciência de esperar em uma fila. E as pessoas que estão no local geralmente não entendem isso, ficam com medo, enfim”, explica ele. Com isso, segundo ele, muitos pais acabam deixando os filhos sem o tratamento necessário, o que agrava o desenvolvimento da pessoa.
Inicialmente, a campanha visava a angariar recursos para a construção desse centro. Para isso, a Amar criou uma equipe de telemarketing, que se comunica com a comunidade buscando contribuições. No entanto, grande parte das pessoas não sabe do que se trata o autismo. “Há pessoas que confundem com artistas, e acham que estão contribuindo com uma instituição de artistas”, conta Rodrigues.
Por isso, a luta agora é também para que as pessoas conheçam o problema. Segundo o presidente da associação, pesquisas recentes apontam que há cerca de um milhão de brasileiros com algum transtorno relacionado ao autismo, no entanto, não há dados de quantos realizam efetivamente o tratamento.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Não confunda pena com respeito
Sem perceber você de certa forma diferencia o tratamento, não para atender as necessidades especiais daquela pessoa, mas uma preocupação com sua própria conduta.
Muitos também confundem respeito com compaixão o que é um grande erro. Deficiente não precisa da sua pena e sim de um tratamento o mais igualado possível as demais pessoas.
Apenas o cenário muitas vezes precisa ser adaptado no intuito de auxiliá-lo para que ele conquiste cada vez mais sua independência para realizar as atividades do dia-a- dia, como pegar um ônibus, um metrô, poder entrar em um comércio.
O deficiente mental, muitas vezes tem uma capacidade de compreensão muito além do que demonstra, por isso até mesmo para ajudar no seu desenvolvimento, não trate-o como alguém extremamente limitado de entendimento.
Não se esqueça que qualquer um de nós podemos ficar deficientes um dia ou vir a ter um filho nestas condições ou até mesmo um familiar.
Devemos aprender que a deficiência não é sinônimo de incapacidade ou limitação.
